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Serpentine Gallery Pavillion 2012

Mais de 80 m3 de material pela Amorim Cork Composites, num projeto a cargo do gabinete de arquitetura Herzog & de Meuron e do artista plástico Ai Weiwei. Casos de Estudo

As galerias Serpentine, em pleno coração de Londres, desafiam anualmente conceituados escritórios de arquitetura a projetar e construir pavilhões temporários, que acolhem programas especiais de verão abertos ao público.

Na 12.ª edição, a matéria-prima eleita foi a cortiça (tendo sido fornecidos mais de 80 m3 de material pela Amorim Cork Composites). A autoria da obra – que escolhe o elemento cortiça para cobrir todo o espaço subterrâneo – esteve a cargo do gabinete de arquitetura Herzog & de Meuron e do artista plástico Ai Weiwei.

O início deste projeto, intitulado Serpentine Gallery Pavilion, remonta ao ano de 2000, altura em que foi feito o 1.º pavilhão.

Objetivo

No Serpentine Pavilion 2012, Herzog & de Meuron e Ai Weiwei apostaram numa abordagem arqueológica e conceberam um pavilhão que inspira os visitantes a olhar por baixo da superfície, para a sua estrutura. Elegeram o elemento cortiça devido às suas propriedades acústicas e às suas caraterísticas sensoriais (principalmente as que estão ligadas ao tacto e ao olfacto).

Os autores do projeto pretenderam convidar o público a fazer um retrocesso no tempo, através do legado das onze edições anteriores desta iniciativa da Serpentine Gallery. Às onze colunas que simbolizam cada pavilhão anterior, junta-se uma outra representativa da estrutura atual (que suporta uma plataforma flutuante) a uma distância do solo de apenas 1,5 metros.

O pavilhão desta edição atraiu cerca de 750 mil visitantes.

Três dos mais importantes criadores do mundo idealizaram uma obra única, capaz de provocar uma experiência multissensorial ao visitante.

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O pavilhão desta edição atraiu cerca de 750 mil visitantes.

Três dos mais importantes criadores do mundo idealizaram uma obra única, capaz de provocar uma experiência multissensorial ao visitante.

Solução

O Sepentine Pavilion 2012 apresenta-se como um lounge de cortiça, de forma circular, com uma estrutura complexa multi-nivelar, na qual proliferam 108 peças de mobiliário de aglomerado expandido de cortiça, desenhado especificamente por Ai Weiwei e por Herzog e de Meuron para este efeito e esculpido manualmente por técnicos da Amorim, com a supervisão da equipa de arquitetos.

Este local funciona como um espaço cultural aberto ao público, que acolhe múltiplas iniciativas. É, também, um espaço que convida ao convívio e a uma pausa social, oferecendo conforto e bom ambiente.

“Criámos, nos alicerces de cada pavilhão, uma estrutura nova formada por suportes e paredes que sustentam a carga do teto do nosso pavilhão – onze suportes no total, mais a nossa própria coluna da que podemos dispor à vontade, como elemento especial”

Herzog & de Meuron and Ai Weiwei

Vantagens

  • 100% reciclável
  • Estética
  • Conforto acústico
  • Conforto térmico
“Este pavilhão vai de encontro à história dos anteriores pavilhões existentes no local e recria uma escavação arqueológica através dos vestígios de estruturas do passado. O cenário criado pela escavação - o interior do pavilhão, que tem espaço para eventos e assentos para os visitantes - está revestido em cortiça para criar um ambiente de evasão e tranquilidade (...)”

Elias Redstone, jornalista do New York Times

“É uma enorme honra colaborar com a Herzog & de Meuron e Ai Weiwei, a equipa responsável pelo design do fabuloso Estádio Bird's Nest em Pequim. Neste ano empolgante para Londres, estamos orgulhosos por criar uma ligação entre os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008 e os Jogos de Londres de 2012. Estamos profundamente gratos pela contribuição de todos os envolvidos, especialmente a Usha e Lakshmi N. Mittal, cujo extraordinário apoio tornou possível a concretização deste projeto.”

Julia Peyton-Jones, Directora da Serpentine Gallery

Produto

O produto utilizado na conceção desta obra foi o aglomerado de cortiça. Esta matéria é facilmente moldável, resultando em soluções geometricamente diferentes que convivem harmoniosamente no mesmo espaço.

“Esta parceria resulta de um incessante empenho da Corticeira Amorim em promover mundialmente as imbatíveis credenciais técnicas e de sustentabilidade deste material natural.
Ver a cortiça aplicada num projeto arquitetónico com este impacto e de uma estética irrepreensível é, simultaneamente, um motivo de orgulho e uma oportunidade ímpar de demonstrar ao mundo que a cortiça não é apenas um produto único, criado pela Natureza, mas é também um material tecnologicamente relevante para o século XXI.”

António Rios de Amorim, Presidente da Corticeira Amorim

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